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BRUCE MARQUES

Música com feeling

Bruce Marques é cantor, compositor e guitarrista de Itajaí/SC que toca profissionalmente desde os 17 anos. Além de seu trabalho autoral, participa das bandas Yellow Box, Villagrand, Ulbricht, Rota 88 e RitaLeeze, e até a pandemia chegar tocava todo fim de semana em bares e pubs. 

Com a Yellow Box lançou os discos "This Side Up" (2011) e "Dirty Secrets" (2017), e em 2020 fez uma série de lançamentos autorais, começando pelo Demo EP “Fraldas, Louças e Sessões Experimentais de Quarentena” - seu primeiro trabalho solo, com cinco músicas -, seguido do videoclipe da música “Filosofia de um Amor não Correspondido”, e dos singles “Eu Vejo Tudo Diferente” e “Cara de Sorte” - todos gravados em casa durante o isolamento social. Fechou o ano com mais um clipe - “Cara de Sorte” - e em 2021 divulgou os singles “Eu Prefiro Não Saber”, “Bons Momentos”, “Pode Ser Só Uma Noite”, e o EP “Ao Vivo Com Café”.

Também é um dos fundadores do coletivo catarinense B.O.I. - Bandas Organizadas Independentes, e produtor do "Parada Autoral", programa que valoriza os artistas da cena independente.

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BIOGRAFIA

Duas décadas de estrada

Bruce de Azeredo Marques nasceu em julho de 1985 em Belém/PA, e veio morar em Itajaí com um ano de idade. Tendo pai, irmão e tios como músicos amadores, foi natural o interesse por violão aos 10 anos. Aos 14, formou sua primeira banda - Forasteiros -, e suas primeiras apresentações foram em aniversários de amigos e em missas no Colégio Salesiano de Itajaí e na Igreja Matriz.
Fez cursos de Teoria e Percepção Musical, Harmonia Tradicional, Violão Clássico e Popular, e Guitarra na Escola de Música ADMITA, em Itajaí, entre 1999 e 2003, bem como oficinas de Guitarra e Improvisação com o professor Nelson Faria nos Festivais de Música de Itajaí, em 2003 e 2004. Toca profissionalmente desde os 17 anos, e participa ativamente dos eventos da cidade, de receptivos a navios atracados no píer turístico à grandes festas como a Marejada e a Volvo Ocean Race.
Em 2002, criou com o seu irmão a banda Rota 88, que tocava frequentemente nos bares da região, e que em junho de 2004 produziu o show beneficente “Rota 88 in Concert” no antigo “Galpão das Artes Carlinhos Niehues”, com arrecadação de agasalhos para doação naquele inverno. Em setembro do mesmo ano, venceram o 1º Concurso de Bandas da Univali - UNIBANDAS -, e como prêmio gravaram 8 músicas - nunca lançadas - no Estúdio Porta Voz, do renomado músico itajaiense Arnou de Melo. Depois de 15 anos de hiato, a banda planeja uma volta aos palcos para divulgar suas composições.
Em 2006 formou a banda Yellow Box, com a qual se apresentou em todas as edições da Marejada de 2007 à 2019, e em várias regiões do Estado - inclusive com o apoio do projeto de Intercâmbio Cultural de Itajaí -, sempre mencionando a cidade de origem da banda nos shows. Com essa banda apresentou o show “The Beatles reLive in Concert”, juntamente à um quarteto de cordas, no Teatro Municipal de Itajaí, em novembro de 2007, onde os ingressos eram alimentos não perecíveis para doação. O show único teve lotação do teatro. Também com a Yellow Box gravou dois álbuns por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura: This Side Up (2011) e Dirty Secrets (2017) - este último com show de lançamento na Casa da Cultura Dide Brandão -, além de quatro videoclipes e dois documentários sobre as gravações dos discos, com milhares de visualizações no YouTube e mídia espontânea nos jornais da região.
Além da Yellow Box, lidera a banda Villagrand, criada em 2012 e com agenda constante em casas noturnas de Itajaí, Balneário Camboriú e São Francisco do Sul, e que sempre participa de editais da cidade, como “Encontro Mercado” e “Compra de Espetáculos”. Em 2018, foi convidado pelo músico Giovanni Sagaz a integrar a banda RitaLeeze - tributo itajaiense à Rita Lee. No ano seguinte, uniu a banda Villagrand ao músico Murilo Ulbricht no projeto autoral ULBRICHT, com músicas experimentais, progressivas e psicodélicas, cantadas em português, inglês e alemão.
Dentre outras bandas com as quais já tocou estão Billbird, Ou3tórya, Insiders, Guess Trio, Rockabilly Stunts e Musical Journey, além de frequentes apresentações solo - voz e violão - em bares e pubs de Itajaí, Balneário Camboriú e São Francisco do Sul - onde tem familiares. Também é um dos fundadores do coletivo catarinense B.O.I. - Bandas Organizadas Independentes, e produtor do "Parada Autoral", programa que valoriza os artistas da cena independente.
Em 2020, fez uma série de lançamentos autorais, começando pelo Demo EP “Fraldas, Louças e Sessões Experimentais de Quarentena” - seu primeiro trabalho solo, com cinco músicas -, seguido do videoclipe da música “Filosofia de um Amor não Correspondido”, e dos singles “Eu Vejo Tudo Diferente” e “Cara de Sorte” - todos gravados em casa durante o isolamento social, e com destaque na mídia local. Também durante a quarentena, fez apresentações da janela do seu apartamento para a vizinhança e lives pela internet, para compensar a falta de shows presenciais. Fechou 2020 com o lançamento do clipe de “Cara de Sorte”, e em 2021 divulgou os singles “Eu Prefiro Não Saber”, “Bons Momentos”, “Pode Ser Só Uma Noite”, e o EP “Ao Vivo Com Café”.
O trabalho autoral de Bruce Marques leva um tempero folk em seu rock pop simples e intimista, com letras diretas que refletem sobre paternidade, relacionamentos, lugares e momentos, e está disponível em todas as plataformas de streaming. Siga @brucemarquesrock nas redes sociais, e o seu canal - /BruceRock85 - no YouTube.

 
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